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María Betahania

María Betahania

  • Lista creada por VASQUITO.
  • Publicada el 16.08.2012 a las 03:57h.
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Último acceso 26.07.2015

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EN SANTO AMARO DA PURIFICACAO, BAHIA, BRASIL, NACE UN 18 DE JUNO DE 1946, HIJA DE DONHA CANO Y DE ZECA O ZEZINHO. SU NOMRE LO ESCOJE UNO DE SUS HERMANOS, DE APENAS 4 AÑOS, CAETANO EMANUEL ES QUIEN DECIDE EL NOMBRE DE LA BEBE, MARIA BETANHIA (AL IGUAL QUE LA HERMANA DE LAZARO, EL DE LA BIBLIA), CAMINOS DE AMOR HAY EN ESA FAMILIA, FAMILIA MUSICAL POR EXCELENCIA.

EN 1963 CONOCE JUNTO A CAETANOA GILBERTO GIL, A GAL COSTA, TOM ZE, DJALMA CORREA Y OTRA CANTIDAD DE MUSICOS BAHIANOS, YA CON JOAO GILBERTO Y LA BOSSA NOVA CAMBIANDOLES SU VIDA.

EN 1965 AMBOS VIAJAN A RIO, ELLA CON TRABAJO SEGURO, SUTITUTA DE NARA LEAO EN UN ESPECTACULO.

ELLA INOVO EN LOS PALCOS, NO SOLO CANTABA, INTRODUCIA POEMAS Y TEXTOS DE LITERATURA, Y EL PUBLICO ADORO LA FORMULA.. SUS ESPECTACULOS SON TAN BUEOS QUE CASI SIEMPRE SE TRANSFORMAN EN DISCO S GRABADOS EN VIVO.

HOY ES LA CANTANTE BRRASILEÑA CON MAS DISCOS VENDIDOS, 26 MILLONES.

ES LA MENTORA DEL GRUPO LOS DOCES BARBAROS (1976), GRUPO QUE FUE TEMA PRA UNA PELICULA, UN ENREDO DE CARNAVAL DE MANGUEIRA, Y REALIZARON UNA PRESENTACION ESPECIAL PARA LA REINA DE INGLATERRA (QUE ME IMAGINO NO ENTENDERIA NADA).


Discos de Bethânia
(40 discos lançados, excluindo os compactos: 27 de estúdio e 13 ao vivo)
• 1965 - Maria Bethânia
• 1966 - Maria Bethânia canta Noel Rosa
• 1967 - Edu e Bethânia - com Edu Lobo
• 1968 - Recital na Boite Barroco - ao vivo
• 1969 - Maria Bethânia
• 1970 - Maria Bethânia Ao Vivo
• 1971 - Vinícius + Bethânia + Toquinho - En La Fusa (Mar del Plata) - ao vivo
• 1971 - A Tua Presença
• 1971 - Rosa dos Ventos - ao vivo
• 1972 - Quando o Carnaval Chegar (trilha sonora do filme, com Chico Buarque e Nara Leão)
• 1972 - Drama
• 1973 - Drama 3º ato - ao vivo
• 1974 - A cena muda - ao vivo
• 1975 - Chico Buarque e Maria Bethânia - ao vivo
• 1976 - Pássaro Proibido
• 1976 - Doces Bárbaros - com Caetano Veloso, Gal Costa e Gilberto Gil - ao vivo
• 1977 - Pássaro da Manhã
• 1978 - Maria Bethânia e Caetano Veloso Ao Vivo
• 1978 - Álibi
• 1979 - Mel
• 1980 - Talismã
• 1981 - Alteza
• 1982 - Nossos Momentos - ao vivo
• 1983 - Ciclo
• 1984 - A Beira e o mar
• 1986 - Dezembros
• 1988 - Maria
• 1989 - Memória da Pele
• 1990 - Maria Bethânia - 25 anos
• 1992 - Olho d'Água
• 1993 - As canções que você fez pra mim
• 1994 - Las canciones que hiciste para mi - espanhol
• 1995 - Maria Bethânia Ao Vivo
• 1996 - Âmbar
• 1997 - Imitação da vida - ao vivo
• 1998 - A Força que nunca seca
• 1999 - Diamante Verdadeiro - ao vivo
• 2000 - Cânticos, Preces e Súplicas à Senhora dos Jardins do Céu (tiragem limitada de dois mil cópias)
• 2001 - Maricotinha
• 2002 - Maricotinha Ao Vivo
• 2003 - Cânticos, Preces e Súplicas à Senhora dos Jardins do Céu - edição comercial
• 2003 - Brasileirinho
• 2005 - Que falta você me faz (músicas de Vinícius de Moraes)
• 2006 - Mar de Sophia
• 2006 - Pirata
Participações em 43 albúns de vários artistas e coletâneas


FELIZ DIA A TODAS LAS MARIAS QUE FUERON, SON Y SERAN LA MAYOR CREACION DE ESTE UNIVERSO

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1. EU QUERO SER POSSUIDA POR VOCE / SEU JEITO DE AMAR

EU QUERO SER POSSUIDA POR VOCE / SEU JEITO DE AMAR

EU QUERO SER POSSUIDA POR VOCE JOSE VICENTE Eu quero ser possuída por você,pelo seu corpo, pela sua proteção, pelo seu sangue. Me ama! Eu quero que você me ame e fique eternamente me amando dentro de mim. Com sua carne e o seu amor. Eternamente, infinitamente dentro de mim me... Ver mas
EU QUERO SER POSSUIDA POR VOCE

JOSE VICENTE

Eu quero ser possuída por você,pelo seu corpo,
pela sua proteção, pelo seu sangue.
Me ama!
Eu quero que você me ame e fique eternamente me amando dentro de mim.
Com sua carne e o seu amor.
Eternamente, infinitamente dentro de mim
me envolvendo, me decifrando, me consumindo, me revelando...
Como uma tarde dentro do elevador, no verão, voltando da praia
e você me abraçou e eu te abracei...
E quanto mais eu me entregava, mais nascia o meu desejo,
Mais sobrava só o desejo, e mais eu te queria sem palavras, sem pensamentos...
A vida inteira resumida só no desejo da tua boca dizendo o meu nome,
Da tua mão conduzindo a minha mão,
Do teu corpo revelando o meu corpo,
Como se o mundo fosse pela primeira vez,
Você o meu ponto de referência nessa cidade.

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2. BONUS TRACK SI SEÑORES VALE LA PENA, UN BAHIANO, UN GOL DOIS BAHIANOS, ....

BONUS TRACK SI SEÑORES VALE LA PENA, UN BAHIANO, UN GOL DOIS BAHIANOS, ....

CUATRO BAHIANOS UNA BAHIANADA ....

JAJAJA

MUCHA ALEGRA DE VIVR XD

Ha recibido 35 puntos

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3. DONA CANO, BETHANIA Y CAETANO

DONA CANO, BETHANIA Y CAETANO

CAETANO, TODO LO QUE SONABA EN LA RADIO, EL APRENDIA ....... TENGO ORGULLO, DE QUE SON HIJO DE VERDAD ...... Deixa a cidade, formosa morena Linda pequena E volta ao sertão Beber a água da fonte que canta E se levanta do meio do chão. Se tu nasceste, cabocla cheirosa Cheirando à... Ver mas
CAETANO, TODO LO QUE SONABA EN LA RADIO, EL APRENDIA .......

TENGO ORGULLO, DE QUE SON HIJO DE VERDAD ......


Deixa a cidade, formosa morena
Linda pequena
E volta ao sertão
Beber a água da fonte que canta
E se levanta do meio do chão.
Se tu nasceste, cabocla cheirosa
Cheirando à rosa
Do peito da terra
Volta pra vida serena da roça
Daquela palhoça
No alto da serra

E a fonte a cantar, chuá, chuá,
e as "água" a correr, chuê, chuê,
parece que alguém que, cheio de mágoas,
deixasse, quem há de dizer, a saudade,
no meio das águas, rolando também.

A lua branca de luz prateada
faz a jornada no meio do céu
como se fosse uma sombra altaneira
da cachoeira, fazendo escarcéu..
Quando essa luz, lá na altura distante,
doira ofegante, no poente, a cair,
dá-me esta trova que o pinho descerra,
que eu volto prá serra,
que eu quero partir !

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4. ULTIMATUM / MOVIMENTO DOS BARCOS

ULTIMATUM / MOVIMENTO DOS BARCOS

Ultimátum Fernando Pessoa a través de Álvaro de Campos Traducción: Fernando Villalba. Orden de desalojo a los mandarines del mundo fuera tú, ordinario esnob, plebeyo. Y fuera tú, imperialista de chatarras. Charlatán de la sinceridad y tú, de melena socialista, y tú, cualquier otro... Ver mas
Ultimátum

Fernando Pessoa a través de Álvaro de Campos
Traducción: Fernando Villalba.


Orden de desalojo a los mandarines del mundo
fuera tú, ordinario esnob, plebeyo.
Y fuera tú, imperialista de chatarras.
Charlatán de la sinceridad y tú, de melena socialista, y tú, cualquier otro.

Ultimátum a todos ellos y a todos los que sean como ellos.
Pila de ladrillos con pretensiones de casa
Inútil lujo, megalogamanía triunfante
Y tú, Brasil, chiste de Pedro Álvares Cabral que ni quería descubrirte.

Ultimátum a ustedes que confunden lo humano con lo popular.
¡Que confunden todo!

Ustedes, anarquistas de veras sinceros.
Socialistas a invocar su calidad de trabajadores para querer dejar de trabajar.
Si, todos ustedes que representan el mundo, hombres altos, pasen por debajo de mi desprecio.
Pasen, aristócratas de tanga de oro,
Pasen flojos
¡Pasen radicales de lo poco!
¿Quién cree en ellos?
Manden todo eso para casa, a pelar papas simbólicas.
Cierren eso con llave y tiren la llave afuera.
Angustia tener solamente eso alrededor.
¡Dejen respirar!
Abran todas las ventanas
Abran más ventanas que todas las ventanas que hay en el mundo.
¡Ninguna idea grande, ninguna corriente política que suene a gran idea!

El mundo quiere inteligencia nueva, sensibilidad nueva.
El mundo está sediento de creación
Lo que ahí está pudriendo la vida es, como mucho, estiércol para el futuro.
Lo que ahí está no puede durar porque no es nada.
¡Yo, de la raza de los navegantes, afirmo que no puede durar!
¡Yo, de la raza de los descubridores, desprecio lo que sea menos que descubrir un nuevo mundo!
Proclamo eso bien alto, brazos erguidos, mirando fijamente al Atlântico
Y saludando abstractamente al infinito.
Fernando Pessoa, 1917

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5. NAVIO NEGREIRO, CASTRO ALVES / UM ÍNDIO "

NAVIO NEGREIRO,  CASTRO ALVES  / UM ÍNDIO "

IV Era um sonho dantesco... o tombadilho Que das luzernas avermelha o brilho. Em sangue a se banhar. Tinir de ferros... estalar de açoite... Legiões de homens negros como a noite, Horrendos a dançar... Negras mulheres, suspendendo às tetas Magras crianças, cujas... Ver mas
IV


Era um sonho dantesco... o tombadilho
Que das luzernas avermelha o brilho.
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros... estalar de açoite...
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar...

Negras mulheres, suspendendo às tetas
Magras crianças, cujas bocas pretas
Rega o sangue das mães:
Outras moças, mas nuas e espantadas,
No turbilhão de espectros arrastadas,
Em ânsia e mágoa vãs!

E ri-se a orquestra irônica, estridente...
E da ronda fantástica a serpente
Faz doudas espirais ...
Se o velho arqueja, se no chão resvala,
Ouvem-se gritos... o chicote estala.
E voam mais e mais...

Presa nos elos de uma só cadeia,
A multidão faminta cambaleia,
E chora e dança ali!
Um de raiva delira, outro enlouquece,
Outro, que martírios embrutece,
Cantando, geme e ri!

No entanto o capitão manda a manobra,
E após fitando o céu que se desdobra,
Tão puro sobre o mar,
Diz do fumo entre os densos nevoeiros:
"Vibrai rijo o chicote, marinheiros!
Fazei-os mais dançar!..."

E ri-se a orquestra irônica, estridente. . .
E da ronda fantástica a serpente
Faz doudas espirais...
Qual um sonho dantesco as sombras voam!...
Gritos, ais, maldições, preces ressoam!
E ri-se Satanás!...

V


Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus!
Se é loucura... se é verdade
Tanto horror perante os céus?!
Ó mar, por que não apagas
Co'a esponja de tuas vagas
De teu manto este borrão?...
Astros! noites! tempestades!
Rolai das imensidades!
Varrei os mares, tufão!

Quem são estes desgraçados
Que não encontram em vós
Mais que o rir calmo da turba
Que excita a fúria do algoz?
Quem são? Se a estrela se cala,
Se a vaga à pressa resvala
Como um cúmplice fugaz,
Perante a noite confusa...
Dize-o tu, severa Musa,
Musa libérrima, audaz!...

São os filhos do deserto,
Onde a terra esposa a luz.
Onde vive em campo aberto
A tribo dos homens nus...
São os guerreiros ousados
Que com os tigres mosqueados
Combatem na solidão.
Ontem simples, fortes, bravos.
Hoje míseros escravos,
Sem luz, sem ar, sem razão. . .

São mulheres desgraçadas,
Como Agar o foi também.
Que sedentas, alquebradas,
De longe... bem longe vêm...
Trazendo com tíbios passos,
Filhos e algemas nos braços,
N'alma — lágrimas e fel...
Como Agar sofrendo tanto,
Que nem o leite de pranto
Têm que dar para Ismael.

Lá nas areias infindas,
Das palmeiras no país,
Nasceram crianças lindas,
Viveram moças gentis...
Passa um dia a caravana,
Quando a virgem na cabana
Cisma da noite nos véus ...
... Adeus, ó choça do monte,
... Adeus, palmeiras da fonte!...
... Adeus, amores... adeus!.



http://www.biblio.com.br/defaultz.asp?link=http://www.biblio.com.br/conteudo/CastroAlves/navionegreiro.htm

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6. TEXTO DE FAUZI ARPI / UM JEITO ESTUPIDO DE AMAR

TEXTO DE FAUZI ARPI / UM JEITO ESTUPIDO DE AMAR

Texto de Fauzi Arap Com Fundo Musical Jogo de Damas Eu vou te contar que você não me conhece, E eu tenho que gritar isso porque você está surdo e não Me ouve. A sedução me escraviza a você Ao fim de tudo você permanece comigo mas preso ao que Eu criei E não a mim. E quanto mais falo... Ver mas
Texto de Fauzi Arap Com Fundo Musical Jogo de Damas

Eu vou te contar que você não me conhece,
E eu tenho que gritar isso porque você está surdo e não
Me ouve.
A sedução me escraviza a você
Ao fim de tudo você permanece comigo mas preso ao que
Eu criei
E não a mim.

E quanto mais falo sobre a verdade inteira um abismo
Maior nos separa.
Você não tem um nome, eu tenho.
Você é um rosto na multidão e eu sou o centro das
Atenções.

Mas a mentira da aparencia do que eu sou,
E a mentira da aparencia do que você é.
Porque eu,
Eu não sou o meu nome,
E você não é ninguém.

O jogo perigoso que eu pratico aqui,
Ele busca chegar ao limite possível de aproximação,
Através da aceitação da distância e do reconhecimento
Dela.

Entre eu e você existe
A noticia que nos separa
Eu quero que você me veja nu
Eu me dispo da noticia
E a minha nudez parada
Te denuncia e te espelha
Eu me delato
Tu me relatas
Eu nos acuso e confesso por nós
Assim me livro das palavras
Com as quais
Você me veste.



http://www.vagalume.com.br/maria-bethania/texto-de-fauzi-arap-com-fundo-musical-jogo-de-damas.html#ixzz23O2Fxh6M

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7. CLARICE LISPECTOR / O QUE SERA

CLARICE LISPECTOR / O QUE SERA

Eu sei de muita coisa que não vi. Vocês também, eu sei. Não se pode dar provas da existência daquilo que é mais verdadeiro O único jeito é acreditar. E acreditar chorando. Esse show é feito em estado de emergência e de calamidade pública. Trata-se de um show inacabado porque lhe falta a... Ver mas
Eu sei de muita coisa que não vi.
Vocês também, eu sei.
Não se pode dar provas da existência daquilo que é mais verdadeiro
O único jeito é acreditar. E acreditar chorando.
Esse show é feito em estado de emergência e de calamidade pública.
Trata-se de um show inacabado porque lhe falta a resposta. Resposta essa que eu espero que alguém no mundo me dê.
É um show em tecnicolor, para Ter algum luxo que por Deus-que eu também preciso.
Amém - para todos nós.

Clarice Lispector

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8. PARA SER GRANDE: SE TU MISMO / SEGUE O TEU DESTINO

PARA SER GRANDE: SE TU MISMO  / SEGUE O TEU DESTINO

Fernando Pessoa
( Ricardo Reis)
Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa.
Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive

FERNANDO PESSOA

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9. UM INDIO / DOCES BARBRAOS 2002 RIO, SEMPRE RIO XD

UM INDIO / DOCES BARBRAOS     2002 RIO, SEMPRE RIO XD

Letra de " UM ÍNDIO " - CAETANO VELOSO. Um índio descerá de uma estrela colorida e brilhante De uma estrela que virá numa velocidade estonteante E pousará no coração do hemisfério sul, na América, num claro instante Depois de exterminada a última nação indígena E o espírito dos pássaros... Ver mas
Letra de " UM ÍNDIO " - CAETANO VELOSO.
Um índio descerá de uma estrela colorida e brilhante
De uma estrela que virá numa velocidade estonteante
E pousará no coração do hemisfério sul, na América, num claro instante

Depois de exterminada a última nação indígena
E o espírito dos pássaros das fontes de água límpida
Mais avançado que a mais avançada das mais avançadas das tecnologias

Virá, impávido que nem Muhammed Ali, virá que eu vi
Apaixonadamente como Peri, virá que eu vi
Tranqüilo e infalível como Bruce Lee, virá que eu vi
O axé do afoxé, filhos de Ghandi, virá

Um índio preservado em pleno corpo físico
Em todo sólido, todo gás e todo líquido
Em átomos, palavras, alma, cor, em gesto e cheiro
Em sombra, em luz, em som magnífico

Num ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico
Do objeto, sim, resplandecente descerá o índio
E as coisas que eu sei que ele dirá, fará, não sei dizer
Assim, de um modo explícito

(Refrão)
E aquilo que nesse momento se revelará aos povos
Surpreenderá a todos, não por ser exótico
Mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto
Quando terá sido o óbvio.

Letra en Español

Un indio descenderá de una estrella colorida y brillante
De una estrella que vendrá a una velocidad estonteante
Y posará en el corazón del hemisferio sur, en América, en un claro instante.

Después de exterminada la última nación indígena,
Y el espíritu de los pájaros de las fuentes de agua límpida
Más avanzado que de más avanzada de las más avanzadas de las tecnologías.

Vendrá, impávido que ni Muhammed Allí, vendrá que yo vi
Apasionadamente como Peri, vendrá que yo vi
Tranquilo e infalible como Bruce Lee, vendrá que yo vi
El axé del afoxé, hijos de Ghandi, vendrá

Un indio preservado en lleno cuerpo físico
En todo sólido, todo gas y todo líquido
En átomos, palabras, alma, color, en gesto y olor
En sombra, en luz, en sonido magnífico

En un punto equidistante entre el Atlántico y el Pacífico
Del objeto, sí, resplandecente descenderá el indio
Y las cosas que yo sé que él dirá, hará, no sé decirAsí, de un modo explícito.

(Refrão)
Y aquello que en ese momento se revelará a los pueblos
Sorprenderá a todos, no por ser exótico;
Pero por el hecho de poder que haya siempre estado oculto
Cuando habrá sido el obvio.
Publicado por Jairzinho en 09:29

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10. EROS Y PSIQUE DE FERNANDO PESSOA

EROS Y PSIQUE DE FERNANDO PESSOA

PARTA MI FUE TODO UN DESCUBRMIIENTO, EN LA VOZ DE ELLA Y LA PLUMA DE EL. DEL DISCO "PASSARO DA MANHA" NO CONCUERDO MUCHO CON LA TRADUCCION, TRADUCEN PALABRA POR PALABRA Y CREO QUE NO EL ESPIRITU DE LA POESIA. ¿PERO QUIEN SOY YO PARA JUZGAR ESO? Cuenta la leyenda que dormía Una... Ver mas
PARTA MI FUE TODO UN DESCUBRMIIENTO, EN LA VOZ DE ELLA Y LA PLUMA DE EL.
DEL DISCO "PASSARO DA MANHA"
NO CONCUERDO MUCHO CON LA TRADUCCION, TRADUCEN PALABRA POR PALABRA Y CREO QUE NO EL ESPIRITU DE LA POESIA. ¿PERO QUIEN SOY YO PARA JUZGAR ESO?


Cuenta la leyenda que dormía

Una Princesa encantada

A quien sólo despertaría

Un Infante que vendría

De más allá del muro del camino




Él tenía que tentado

Vencer el mal y el bien

Antes que, ya liberado

Dejase el camino errado

Por el que a la Princesa viene



La Princesa Adormecida

Se espera, durmiendo espera

Sueña en muerte su vida

Y le orna la frente olvidada

Verde, una guirnalda de hiedra



Lejos el Infante, esforzado

Sin saber que lo tiene intuido

Rompe el camino predestinado

El por ella es ignorado

Nadie es ella para él.



Mas, cada uno cumple el Destino

Ella durmiendo encantada

El buscando sin tino

Por el proceso divino

Que hace existir el camino



Y si bien que sea oscuro

Todo por el camino afuera

Y falso, él viene seguro;

Venciendo camino y muro

Llega donde en sueño ella mora


Y todavía atónito de lo que hubiera

A la cabeza, en marejada

Yergue la mano, y encuentra hiedra

Y ve que el mismo era

La Princesa que dormía.

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11. POEMA DO MENINO JESUS - FERNANDO PESSOA

POEMA DO MENINO JESUS  - FERNANDO PESSOA

Num meio-dia de fim de primavera Tive um sonho como uma fotografia. Vi Jesus Cristo descer à terra. Veio pela encosta de um monte Tornado outra vez menino, A correr e a rolar-se pela erva E a arrancar flores para as deitar fora E a rir de modo a ouvir-se de longe. Tinha fugido do céu... Ver mas
Num meio-dia de fim de primavera
Tive um sonho como uma fotografia.
Vi Jesus Cristo descer à terra.
Veio pela encosta de um monte
Tornado outra vez menino,
A correr e a rolar-se pela erva
E a arrancar flores para as deitar fora
E a rir de modo a ouvir-se de longe.

Tinha fugido do céu.
Era nosso demais para fingir
De segunda pessoa da Trindade.
No céu era tudo falso, tudo em desacordo
Com flores e árvores e pedras.
No céu tinha que estar sempre sério
E de vez em quando de se tornar outra vez homem
E subir para a cruz, e estar sempre a morrer
Com uma coroa toda à roda de espinhos
E os pés espetados por um prego com cabeça,
E até com um trapo à roda da cintura
Como os pretos nas ilustrações.
Nem sequer o deixavam ter pai e mãe
Como as outras crianças.
O seu pai era duas pessoas
Um velho chamado José, que era carpinteiro,
E que não era pai dele;
E o outro pai era uma pomba estúpida,
A única pomba feia do mundo
Porque não era do mundo nem era pomba.
E a sua mãe não tinha amado antes de o ter.

Não era mulher: era uma mala
Em que ele tinha vindo do céu.
E queriam que ele, que só nascera da mãe,
E nunca tivera pai para amar com respeito,
Pregasse a bondade e a justiça!

Um dia que Deus estava a dormir
E o Espírito Santo andava a voar,
Ele foi à caixa dos milagres e roubou três.
Com o primeiro fez que ninguém soubesse que ele tinha fugido.
Com o segundo criou-se eternamente humano e menino.
Com o terceiro criou um Cristo eternamente na cruz
E deixou-o pregado na cruz que há no céu
E serve de modelo às outras.
Depois fugiu para o sol
E desceu pelo primeiro raio que apanhou.

Hoje vive na minha aldeia comigo.
É uma criança bonita de riso e natural.
Limpa o nariz ao braço direito,
Chapinha nas poças de água,
Colhe as flores e gosta delas e esquece-as.
Atira pedras aos burros,
Rouba a fruta dos pomares
E foge a chorar e a gritar dos cães.
E, porque sabe que elas não gostam
E que toda a gente acha graça,
Corre atrás das raparigas pelas estradas
Que vão em ranchos pela estradas
com as bilhas às cabeças
E levanta-lhes as saias.

A mim ensinou-me tudo.
Ensinou-me a olhar para as cousas.
Aponta-me todas as cousas que há nas flores.
Mostra-me como as pedras são engraçadas
Quando a gente as tem na mão
E olha devagar para elas.

Diz-me muito mal de Deus.
Diz que ele é um velho estúpido e doente,
Sempre a escarrar no chão
E a dizer indecências.
A Virgem Maria leva as tardes da eternidade a fazer meia.
E o Espírito Santo coça-se com o bico
E empoleira-se nas cadeiras e suja-as.
Tudo no céu é estúpido como a Igreja Católica.
Diz-me que Deus não percebe nada
Das coisas que criou —
"Se é que ele as criou, do que duvido" —
"Ele diz, por exemplo, que os seres cantam a sua glória,
Mas os seres não cantam nada.
Se cantassem seriam cantores.
Os seres existem e mais nada,
E por isso se chamam seres."
E depois, cansados de dizer mal de Deus,
O Menino Jesus adormece nos meus braços
e eu levo-o ao colo para casa.
.............................................................................
Ele mora comigo na minha casa a meio do outeiro.
Ele é a Eterna Criança, o deus que faltava.
Ele é o humano que é natural,
Ele é o divino que sorri e que brinca.
E por isso é que eu sei com toda a certeza
Que ele é o Menino Jesus verdadeiro.

E a criança tão humana que é divina
É esta minha quotidiana vida de poeta,
E é porque ele anda sempre comigo que eu sou poeta sempre,
E que o meu mínimo olhar
Me enche de sensação,
E o mais pequeno som, seja do que for,
Parece falar comigo.

A Criança Nova que habita onde vivo
Dá-me uma mão a mim
E a outra a tudo que existe
E assim vamos os três pelo caminho que houver,
Saltando e cantando e rindo
E gozando o nosso segredo comum
Que é o de saber por toda a parte
Que não há mistério no mundo
E que tudo vale a pena.

A Criança Eterna acompanha-me sempre.
A direção do meu olhar é o seu dedo apontando.
O meu ouvido atento alegremente a todos os sons
São as cócegas que ele me faz, brincando, nas orelhas.

Damo-nos tão bem um com o outro
Na companhia de tudo
Que nunca pensamos um no outro,
Mas vivemos juntos e dois
Com um acordo íntimo
Como a mão direita e a esquerda.

Ao anoitecer brincamos as cinco pedrinhas
No degrau da porta de casa,
Graves como convém a um deus e a um poeta,
E como se cada pedra
Fosse todo um universo
E fosse por isso um grande perigo para ela
Deixá-la cair no chão.

Depois eu conto-lhe histórias das cousas só dos homens
E ele sorri, porque tudo é incrível.
Ri dos reis e dos que não são reis,
E tem pena de ouvir falar das guerras,
E dos comércios, e dos navios
Que ficam fumo no ar dos altos-mares.
Porque ele sabe que tudo isso falta àquela verdade
Que uma flor tem ao florescer
E que anda com a luz do sol
A variar os montes e os vales,
E a fazer doer nos olhos os muros caiados.

Depois ele adormece e eu deito-o.
Levo-o ao colo para dentro de casa
E deito-o, despindo-o lentamente
E como seguindo um ritual muito limpo
E todo materno até ele estar nu.

Ele dorme dentro da minha alma
E às vezes acorda de noite
E brinca com os meus sonhos.
Vira uns de pernas para o ar,
Põe uns em cima dos outros
E bate as palmas sozinho
Sorrindo para o meu sono.
......................................................................
Quando eu morrer, filhinho, CUANDO YO MUERA, HIJO
Seja eu a criança, o mais pequeno. Y YO SEA EL BEBE MAS PEQUEÑO
Pega-me tu ao colo SUBEME A TU FALDA
E leva-me para dentro da tua casa. Y LLEVAME PARA DENTRO DE TU CASA
Despe o meu ser cansado e humano DESVISTE MI SER CANSADO Y HUMANO
E deita-me na tua cama. Y ACUESTAME EN TU CAMA
E conta-me histórias, caso eu acorde, Y CUENTAME HISTORAS, POR SI ME DESPIERTO
Para eu tornar a adormecer. PARA QUE ME VUELVA A DORMIR
E dá-me sonhos teus para eu brincar Y DAME TUS SUEÑOS PARA JUGAR
Até que nasça qualquer dia HASTA QUE NASCA CUALQUIER DIA
Que tu sabes qual é. QUE TU SABES CUAL ES
.....................................................................
Esta é a história do meu Menino Jesus.
Por que razão que se perceba
Não há de ser ela mais verdadeira
Que tudo quanto os filósofos pensam
E tudo quanto as religiões ensinam?





SERIOS COMO CONVIENE A UN DIOS Y A UN POETA
Y COMO SI CADA PIEDRA
FUESE UN UNIVERSO
Y POR ESO FUERA UN GRAN PELIGRO PARA ELLA
DEJARLA CAER EN EL PISO
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12. RECONVEXO

RECONVEXO

AS NOVENAS DE DONHA CANO
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CAMBIO DE IMAGEN DE PORTADA, ANTE EL SELLADO AUTOMATICO DE 20M QUE NO PRESERVA LA IMAGEN COLOCADA POR QUIEN REALIZA LA LISTA

13. CAMBIO DE IMAGEN DE PORTADA, ANTE EL SELLADO AUTOMATICO DE 20M QUE NO PRESERVA LA IMAGEN COLOCADA POR QUIEN REALIZA LA LISTA

CAMBIO DE IMAGEN DE PORTADA, ANTE EL SELLADO AUTOMATICO DE 20M QUE NO PRESERVA LA IMAGEN COLOCADA POR QUIEN REALIZA LA LISTA, PUES YO MODIFICO LA IMAGEN, QUE NO ES LA QUE EL FOTOGARAFO O ARTISTA GRAFICO REALIZO. PIDO MIS DISCULPAS A EL ARTISTA QUE PLASMO ESA IMAGEN, PERO ME GUSTA MUCHO Y... Ver mas
CAMBIO DE IMAGEN DE PORTADA, ANTE EL SELLADO AUTOMATICO DE 20M QUE NO PRESERVA LA IMAGEN COLOCADA POR QUIEN REALIZA LA LISTA, PUES YO MODIFICO LA IMAGEN, QUE NO ES LA QUE EL FOTOGARAFO O ARTISTA GRAFICO REALIZO.

PIDO MIS DISCULPAS A EL ARTISTA QUE PLASMO ESA IMAGEN, PERO ME GUSTA MUCHO Y QUIERO MANTENERLA DE CUALQUIER MANERA

ESTA ERA LA IMAGEN ORIGINAL, EL SELLADO DE RECOMENDADA TAPABA TOTALMENTE LOS OJOS DE MARIA BETHANIA

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